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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Hein!?
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Qual é a atitude que você está tomando, moço? Que grito você está dando que eu não ouço?
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Que é que está adiantando falar grosso? Que laçõ, que fita, que farsa que nó é esse amarrado no pescoço? .
Moço, que palhaçada, que festa é essa? Que luz se nos taparam o sol? .
Que é que resta, que é que presta como é que se pode nadar no meio de tanto anzol? .
E quando a corrida começa todo mundo disparado pisando em quem tropeça .
Moço, que incongruência um sorriso numa hora dessa...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Mas, oi...!?
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Eu sou SUPER a favor da adaptação da linguagem aos diferentes contextos... mas acho que não é bem o caso do termo "pau duro" num folheto explicativo sobre o uso da camisinha.
Fiquei tão admirada com o "pau duro" no momento inoportuno, que não consegui me concentrar em mais nada do folheto tamanha perplexidade...rs
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...Não adianta, leio isso mil vezes e ainda não consegui me acostumar....kkk

É ou não é!?
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"...A verdade é que... a razão não pára de gritar.
Gritar prá quê?
O silêncio fala ao coração..."
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"A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal. E que a minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor e a outra metade... também."
(Clarice )
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...por Mario Quintana...
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Por favor não me analise Não fique procurando cada ponto fraco meu Se ninguém resiste a uma análise profunda Quanto mais eu Ciumento, exigente, inseguro, carente Todo cheio de marcas que a vida deixou Vejo em cada grito de exigência Um pedido de carência, um pedido de amor Amor é síntese É uma integração de dados Não há que tirar nem pôrNão me corte em fatias Ninguém consegue abraçar um pedaço Me envolva todo em seus braços E eu serei perfeito amor.
Com olhos de ver...
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Há pessoas que vêem as coisas como elas são e que perguntam a si mesmas: 'Por quê?' E há pessoas que sonham as coisas como elas jamais foram e que perguntam a si mesmas: 'Por que não? .
*Bernard Shaw*
"?"
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Pelo o que me diz respeito Eu sou feita de dúvidas
O que é torto, o que é direito Diante da vida O que é tido como certo, duvido E não minto pra mim Vou montada no meu medo E mesmo que eu caia Sou cobaia de mim mesma No amor e na raiva Vira e mexe me complico Reciclo, tô farta, tô forte, tô viva E só morro no fim E pra quem anda nos trilhos cuidado com o trem Eu por mim já descarrilho E não atendo a ninguém Só me rendo pelo brilho de quem vai fundo E mergulha com tudo Pra dentro de si Lá do alto do telhado pula quem quiser Só o gato que é gaiato Cai de pé...
Ah!Como eu queria...
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A criança que fui chora na estrada. Deixei-a ali quando vim ser quem sou; Mas hoje, vendo que o que sou é nada, Quero ir buscar quem fui onde ficou.
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(trecho do poema "A Criança Que Fui" -Fernado Pessoa)
Partidas...
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" Partir sem saber para onde. Repartir sem saber para quem porque o coração nada sabe de linha reta . E o mundo, assim, não mais será peso nem apoio, mas doce participação."
(*Lindolf Bell)