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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Hoje, se tivesse coragem...
Rasparia a cabeça, fumaria 2 cigarros ao mesmo tempo e tomaria vodca dupla, sem gelo, num copo de geléia.
...
"...Parece a corda e a caçamba, o Brasil e o samba, eu e ela..."
Metade de mim é loira! Minha irmã, linda...
Minha amiga, confidente, minha cúmplice...
É com ela que dou as melhores gargalhadas, e que, quando choro, é a primeira a me oferecer o ombro para desabafar...Sempre com uma palavra que me tira do poço...
Irmãs de sangue, alma e coração...
Somos unidas, com toda a força que essa palavra exprime, e como isso me faz feliz...
Sei que nem sempre sou "boa" com ela, às vezes travo, me perco, tanto a dizer e acabo apenas ficando calada...
Espero que entenda um pouco de silêncios, porque os meus em relação a ela são repletos de amor e muita admiração...
Nem eu mesmo sei explicar o quanto a amo e o quanto é importante pra mim...Só sei dizer que é muito, muito mesmo...Meio clichê,né!? Sim! Mas o que importa? É a mais pura verdade...
Te amo muito minha irmã!!!!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Who is Bad...

...Engraçado, pra mim ele já estava "morto" fazia tempos...

Deixa pra lá...rs

sexta-feira, 3 de julho de 2009

"...Eis o melhor e pior de mim, o meu termômetro, o meu quilate...Só não se perca ao entrar no meu infinito particular..."
(Marisa Monte)
EU QUERO...

MUITO!!!!!!!!!

(Fica a deixa...rs)

"...Tentar e falhar é, pelo menos, aprender. Não chegar a tentar é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido."
(Geraldo Eustáquio)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

PÉROLA!
Mais uma pérola do Sr. Luiz Inácio: "Na verdade, não sei quando sou presidente e quando sou candidato..." "RESPOSTA DO ZÉ SIMÃO: "Quando ele está fazendo merda é presidente; Quando está prometendo merda é candidato." (Simples assim...rs)
"...Mas não se esqueça: Assim como misturar bebidas, misturar pessoas também pode dar ressaca..."
"Retrospectiva 2009: Como a internet modificou a minha vida!"
( by Cipriano Morais )

Estive fazendo um levantamento de todas as baboseiras que me enviaram pela Internet e observei como elas mudaram a minha vida: Primeiro deixei de ir a bares e boates com medo de me envolver com alguém ligado a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me roubem as córneas, me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma deixando-me estirado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem: "Chame a emergência ou morrerá". Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me em uma poltrona com seringa infectada com o vírus da AIDS. Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para digitar *9 e minha linha ser clonada e eu ter de pagar uma conta telefônica astronômica. Acabei dando o meu celular porque iriam me presentear com um modelo mais novo da Ericson que nunca chegou. Então tive de comprar outro mas abandonei-o em um canto com medo que as microondas me dessem câncer no cérebro. Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos. Parei de comer galinha e hambúrgueres porque eles são, nada mais, que carne de monstros horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em um laboratório. Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados que me contagiem com alguma doença venérea. Aproveitei e abandonei o hábito de tomar qualquer coisa em lata para não morrer pela urina de rato. Deixei de ir aos shoppings com medo que sequestrem a minha mulher e a obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém morto no porta malas do automóvel dela. Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital. Eu participei arduamente em uma campanha contra a tortura de alguns ursos asiáticos que tinham a bílis extraída, e contra o desmatamento da floresta amazônica. Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser invadisse o meu micro ou que os teletubies se apoderassem do meu protetor de tela. Deixei de fazer, tomar e comer tantas coisas que quase morro desnutrido. Cansei de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails enviados. Nem tampouco chegou o telefone Ericson muito menos a passagem para a Disneylândia. Quis fazer o meu testamento e entregá-lo ao meu advogado para doar os meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de passar a língua sobre a cola na borda do envelope e me contaminar com as baratas incubadas nela, segundo haviam me informado por e-mail. Também não ganhei um milhão de dólares, um Porshe e nem dormi com a Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia. E como se não bastasse acabei acreditando que tudo de ruim e de injusto que me aconteceu é porque quebrei todas as correntes ridículas que me enviaram e acabei sendo amaldiçoado. Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.